foram assim os últimos dias. uma surpresa interessante. daqueles acasos absolutamente incompreensíveis...
era uma vez uma cassete que andava num carro de uma amiga. perdida. e fabulosa. estragou-se pelo desgaste de todas as vezes que serviu de companhia. pelas horas infinitas de acolhimento de sentimentos invernosos. primaveris.
muitos foram os momentos em que deambulei pela fnac à procura. não sabia exactamente o que procurava, é certo. andaria pelo ano de 2002. sábado, numa busca absolutamente desinteressada, apenas movida pela curiosidade, peguei num cd...e o desfecho, o óbvio. nem queria acreditar...
não resisto a deixá-la por aqui (a minha versão é interpretada pelo Pedro Burmester).
domingo, 18 de janeiro de 2009
BWV 659
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
que 2009 seja.
o que quisermos.
o que a circunstâncias permitirem.
o que os limites do sonho impuserem.
ou não. bom ano!
deixo aqui um excerto de uma música do Pedro Barroso, revisitado no final de ano.
("agora nunca é tarde")
"…e se aquilo que nos dão todos os dias
não for coisa que se cheire
ou nos deslumbre
que pelo menos nunca abdiquemos de pensar
com direito à ironia, ao sonho, ao ser diferente
e será talvez uma forma inteligente
de afinal,
nunca
nunca
nunca ser tarde demais para viver
nunca ser tarde demais para perceber
nunca ser tarde demais para exigir
nunca ser tarde demais para acordar"
Subscrever:
Mensagens (Atom)