por vezes é assim.
de manhã ou à tarde. em dias grandes ou pequenos. com o coração liberto ou muito apertadinho...naqueles dias em que algo muda, transforma e transforma-se. no pormenor de grandes viagens, as que acontecem por dentro, sobretudo. acompanhadas de uma banda sonora muito particular.
as linhas são sempre as mesmas. as pessoas nem por isso, sobretudo quando confrontadas consigo numa qualquer paragem, depois de um tempo suspenso.
enquanto escrevo, inúmeros são os pensamentos que me atravessam. não sei se as viagens têm memória. Talvez.
3 comentários:
Há memória nas viagens, nos percursos que riscamos pelos mapas que vivemos. E a cada regresso elas avivam-se e reconstroem-se. Foi assim nesta última viagem, os lugares e as pessoas cresceram, assumem-se já como raízes!
Que bom!
O que tudo isto (a arte de aprender a arte de viver) vai tendo de maravilhoso é talvez a oportunidade de nova respiração, que vai existindo em cada novo acontecimento, em cada nova perspectiva, nos pequenos crescimentos...
As raizes nem sempre são visíveis, no entanto são apenas a base.
São a base e isso basta. Basta-lhes e basta-me.
É bom ter raizes! É bom ser raiz!
Que bonito...
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