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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Presépio privado I, II, III, IV

















Já lá vai um mês...Faço tentativas de aproximação a uma assiduidade diferente, nem sempre conseguida (à falta de melhor, o final do mês, como o post passado, até não vai muito mal)...
Os inícios são, para mim, períodos algo conturbados, não porque os considere objectivamente difíceis, mas porque aproveito para começar! Em rigor, nunca retomo nada. Procuro outras dimensões e o ponto em que supostamente fiquei acaba por ser o horizonte passado, para que não esqueça... Fica sempre um mundo inteiro para dirigir. E para digerir também.
Setembro acaba por ser o mês dos projectos, dos objectivos afirmados numa espécie de desejo, de esperança, de votos para um ano de trabalho que se avizinha sorrateiramente bom, desfiante, trabalhoso e cheio de surpresas por revelar...
Setembro é para mim o Janeiro de muitos. Ainda que seja uma mistura nem sempre fácil de calor com muita nostalgia.
De volta, há já um mês, há muito de positivo e grandioso nas vidas com quem vou partilhando pedaços de tempo. Pedaços de memória. Pedaços de conversas, chá e tardes bem passadas.
Para trás fica algo grande como a montanha, que tenho normalmente como o mais privado e poético de todos os presépios. Basta anoitecer. E as natividades, essas, sempre que estou disposta a isso. Nalgum lugar cá dentro...

domingo, 31 de agosto de 2008

Faço minhas estas palavras...


















há uma semana foi assim...

deambulações entre o documentário e a ficção. pontas soltas. o cruzamento permanente de histórias pouco lineares. montanha. rio. interior. uma música pouco comum nestas andanças. as procissões. os afectos. vidas. a equipa de rodagem que entra no filme. a história das vidas. reais? ou nem por isso...

a ver.

neste final de Agosto. também querido.